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Foto capta tubarão
raro 'sorridente' capaz de devorar ursos polares |
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Para captar as imagens de um exemplar
da espécie aquática do raro tubarão
da Groelândia (Somniosus microcephalus), nas águas
do rio Saint Lawrence, na América do Norte, o fotógrafo
havaiano Doug Perrine, especialista em imagens de animais
perigosos, ficou apenas a um metro de distância
do predador. Apesar de parecer ‘alegre’, há registros
de partes de ursos polares e de renas encontradas no interior
de tubarões. Exemplares dessa espécie chegam
até ter 7 metros de comprimento e costumam procurar
por focas e peixes para se alimentar.
Segundo a descrição
na lista vermelha das espécies ameaçadas
da União Internacional para a Conservação
da Natureza, esse tubarão habita profundidades
de até 1.200 metros, principalmente nas águas
geladas da região do Ártico. Nenhuma outra
espécie de tubarão nada em uma região
mais ao norte no planeta. A temperatura da água
no local pode chegar a 1ºC.
Moradores da Groelândia e da Islândia caçam
há séculos o animal em busca da pele, usada
para fazer botas. Os dentes também são extraídos
para dar origem a ferramentas de corte. Já a carne
é usada em um prato tradicional na Islândia
- o hakarl.
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Tubarão
da Groelândia fotografado no rio Saint Lawrence,
na América do Norte.
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Do Globo Natureza
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Tartarugas raras são
'tatuadas' para evitar tráfico |
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Ambientalistas na ilha de Madagascar,
na África, estão tomando medidas drásticas
para tentar preservar uma das espécies de tartarugas
mais raras do mundo, a Astrochelys yniphora. Os especialistas
decidiram fazer uma espécie de tatuagem permanente,
gravando números nos cascos das tartarugas para
reduzir seu valor de revenda no mercado negro.
As Tartarugas-de-Madagascar são
cada vez mais visadas por traficantes de animais, que
vendem as tartarugas na Ásia como animais de estimação
ou para a indústria de alimentos e de remédios
tradicionais.
"A venda destes animais é
absolutamente proibida. Acreditamos que haja menos de
mil animais adultos na natureza. Achamos que mais de 30
foram roubados só este ano", diz Richard Lewis,
diretor do programa da Durrell Wildlife Conservation Trust
em Madagascar, que acaba de completar 25 anos. As tartarugas
são monitoradas por transmissores de rádio
que são colocados nos animais e moradores fazem
patrulhas para evitar que estranhos frequentem as matas
locais. Ainda assim, os especialistas acham que os números
gravados nos cascos são uma medida necessária.
O programa já conseguiu que
300 tartarugas nascessem em cativeiro e agora está
reintroduzindo os animais à vida selvagem.
Durrell Conservation Trust
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Tartarugas raras
são 'tatuadas' para evitar tráfico |
DA BBC BRASIL
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Cientistas constatam
aceleração do derretimento em glaciar na Patagônia |
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Um estudo divulgado pelo Centro de
Estudos Científicos do Chile indicou que a geleira
Jorge Montt, localizada no Campo de Gelo Sul da Patagônia
chilena retrocedeu um quilômetro em um ano devido
ao aquecimento global e às condições
oceanográficas,
“Quase todas geleiras da região têm experimentado
perdas de áreas por conta do aquecimento global.
O glaciar Jorge Montt é o que registrou maior retrocesso”,
disse Andrés Rivera, durante a apresentação
da pesquisa.
Durante a década de 1990,
a geleira Montt retrocedeu cerca de 7 km, mas desta vez,
o degelo acelerou, o que produziu um grande número
de icebergs, acrescentou Rivera. A pesquisa foi realizada
entre fevereiro de 2010 e janeiro deste ano, tempo em
que foram feitas 1.445 fotografias por meio de duas câmeras
instaladas perto do glaciar, com quatro disparos diários.
A investigação científica
evidenciou que a estrutura do glaciar de 454 km²
“é uma das que apresentaram uma maior perda de
tamanho e mais acentuada regressão no Hemisfério
Sul”. Além disso, o recuo da geleira Montt significou
mudanças na geografia do Campo de Gelo Sul, que
tem 13 mil km² e é a terceira maior superfície
congelada do planeta, atrás apenas da Antártida
e da Groelândia.
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Geleiras do Himalaia
diminuíram até 22% em 30 anos, afirmam
cientistas |
Do Globo Natureza
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Fotos mostram efeitos
do aquecimento global vistos do alto |
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Imagens de satélites da Nasa
(agência espacial americana) exibem os efeitos de
fenômenos naturais no planeta, como enchentes e
queimadas.
Para muitos cientistas, o desequilíbrio climático
está por trás de fenômenos como a
cheia histórica que colocou boa parte do Estado
de Queensland, na Austrália, debaixo d'água.
Segundo relatório da Organização
Mundial Meteorológica, embora as temperaturas médias
de 2011 tenham sido menores que as do ano anterior, os
termômetros, ainda sim, estão acima da média
histórica. De acordo com o documento, a América
Central, por exemplo, deve ter o ano mais quente em 140
anos.
As imagens da Nasa também
mostram as áreas de deslizamentos em Teresópolis,
na região serrana do Rio de Janeiro, fortemente
atingida por chuvas que deixaram quase 900 mortos no início
deste ano.
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Campos cultivados
ficaram baixo d'água ao longo do rio Mississippi. |
DA BBC BRASIL
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Espécie de
formiga africana paralisa e mata cupins à distância |
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Um estudo sobre a tática de
ataque de uma espécie africana de formigas operárias
(Crematogaster striatula) foi divulgado na publicação
'PLoS ONE'. Segundo os pesquisadores, as formigas conseguem
utilizar o abdômen para expor o ferrão e
fazê-lo expelir o veneno. Aparentemente volátil,
a substância causa paralisia e, com o tempo, mata
os cupins. Os compostos químicos no ferrão
do inseto podem servir para atrair outras formigas amigas
e repelir as "estrangeiras", além de
paralisar e matar cupins. Somente no caso do ataque aos
cupins a ação pode ser feita a distância.
Isto seria uma vantagem já que as formigas rivais
costumam fugir ao sinal das operárias, mas os cupins
costumam defender território enquanto competem
por fontes ricas em açúcar.
A pesquisa foi conduzida pela equipe
de Angelique Vetillard, da Universidade de Toulouse, na
França.
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Fotos mostram formigas
(em preto) mostrando o abdômen em direção
a um cupim inimigo. Com o tempo, o cupim começa
a se debater até morrer. Na imagem C, uma
formiga ameaça um cupim para proteger uma
pequena "poça" de mel.
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Do G1
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Fêmea de peixe
procura amiga mais bonita para fugir de assédio |
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Estudo mostra técnicas de
fêmeas de uma das espécies preferidas para
a criação em aquários, conhecida
no Brasil como “guppy”, “lebiste” ou “barrigudinho”, para
fugir do assédio dos machos, que são conhecidos
por persistência.
Os pesquisadores estudaram um grupo que vivia em um rio
e descobriu que muitas vezes fêmeas que não
estavam no cio se juntavam a grupos que estavam. O objetivo
era distrair a atenção dos machos e conseguir
um pouco de descanso. Os machos são famosos por
suas incansáveis tentativas de se reproduzir com
as fêmeas a um ponto que acabam impedindo que elas
procurem comida ou consigam fugir de predadores a tempo.
O estudo feito nas universidades de Exeter e Copenhague
está publicado na edição da revista
científica "Proceedings of the Royal Society
B".
Do G1
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Elefante-marinho percorre
29 mil km em 11 meses no Pacífico, diz ONG |
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Ambientalistas da organização
Sociedade de Conservação da Vida Selvagem
(WCS) instalaram um transmissor em um elefante-marinho-do-sul
(Mirounga leonina) em dezembro de 2010, na Terra do Fogo,
no Chile, e verificaram em novembro de 2011, que o animal
havia percorrido cerca de 29 mil quilômetros ao
longo dos 11 meses. O elefante-marinho foi acompanhado
pela equipe para que os ambientalistas compreendessem
melhor as rotas migratórias da espécie.
“Esta informação é vital para melhorar
a gestão dos oceanos na região, ajudando
a estabelecer as áreas de proteção
e a gerir melhor a pesca, sem prejudicar as espécies
marinhas vulneráveis", disse Caleb McClennen,
Diretor de Programas Marinhos da WCS. De acordo com a
organização ambiental, a espécie
é indicadora da saúde dos ecossistemas marinhos
e pode mostrar como a mudança climática
influencia na distribuição de animais na
Patagônia.
As informações vão servir para estabelecer
um novo modelo de conservação para a região
da Patagônia. A organização ambiental
monitora 60 elefantes-marinhos por satélite desde
1990.
Divulgação/Wildlife
Conservation Society
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O elefante-marinho
Jackson, cujas viagens foram acompanhadas por
11 meses.
A linha vermelha no mapa mostra o trajeto percorrido
pelo elefante-marinho Jackson entre dezembro de
2010 e novembro de 2011.
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Do Globo Natureza
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